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PRANCHA TÉCNICA / DIMENSIONAMENTO EXPLORATÓRIO

A física dimensiona o produto.

Altere os parâmetros. Veja o engrenamento, o espectro e as decisões de dados e energia responderem.

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01 / 3D
Engrenamento e aquisição na carcaçaMovimento em câmera lenta · modelo conceitual
Arraste ou use as setas para girar.
Rotação visual reduzida em 120×.
CONDIÇÃO SIMULADAEngrenamento de referência
02 / ESPECTRO DE VIBRAÇÃO

O sinal revela a modulação.

● Engrenamento● Bandas laterais
FREQUÊNCIA DE ENGRENAMENTO870 Hz
ESPAÇAMENTO DAS BANDAS29 Hz
ZOOM AO REDOR DA GMF841 / 899 Hz

Espectro sintético ilustrativo, não medição ou FFT de dados reais. A modulação no eixo de entrada eleva bandas em GMF ± rotação; sua presença isolada não comprova dano. Amplitudes normalizadas. Geometria e dinâmica simplificadas.

05 / DOIS CAMINHOS DE DADOS

O modelo aprende com o sinal.
A operação recebe o indicador.

O processamento espectral embarcado integra a arquitetura de referência. A viabilidade dos rádios, os recursos de memória e a cadência são comprovados nos gates.

CAMPANHA · TRL3–TRL7

Forma de onda e contexto.

AquisiçãoBuffer / arquivoBLE ou Wi-Fi

Capturas brutas, rotação, carga, fixação, tempo e rótulos da inspeção. Exportação local em rajadas para formar a base de diagnóstico e comparar modelos. Canal e capacidade de transferência a validar.

153,6 kBpor captura · 3 eixos · 16 bits
sem cabeçalhos nem compressão
PRODUÇÃO · OPERAÇÃO

Indicadores e eventos.

FFT / envelopeIndicadoresLoRa / gateway

RMS, picos, energia por banda, métricas de envelope e qualidade da aquisição. Telemetria compacta com rastreabilidade até a captura. Forma de onda pode ser retida por evento para diagnóstico local.

64 Bpayload ilustrativo por envio
layout final a definir na engenharia
BRUTO CONTÍNUO1,2288 Mbit/s
LINK DE COMPARAÇÃO5 kbit/staxa ilustrativa, não especificação LoRa
TEMPO IDEAL PARA UMA CAPTURA245,8 ssem protocolo, espera ou perdas
REDUÇÃO POR CAPTURA2.400×volume bruto / 64 bytes

O streaming bruto desta configuração excede o link ilustrado. Enviar um trecho finito por LoRa não é fisicamente impossível, mas pode ser inadequado por tempo de transmissão, capacidade de rede e restrições de operação. Indicadores preservam a escala; a campanha preserva a evidência.

06 / ORÇAMENTO DE ENERGIA

A cadência é uma
decisão de diagnóstico.

Disponibilidade elétrica em cerca de 90% das aplicações foi relatada pelo cliente. A referência é alimentação externa onde viável e uma variante a bateria para exceções, com conversão e proteção próprias.

EtapaCorrente equivalente na bateriaDuração por cicloCarga por ciclo

Repouso, pulsos de transmissão, temperatura, envelhecimento e conversão também contam. A cadência precisa acompanhar a evolução dos modos de falha e a antecedência necessária para agir.

07 / DECISÕES QUE EVITAM ESCOPO AMBÍGUO
01

Severidade global e diagnóstico específico.

A ISO 20816-9 é a referência específica a avaliar para redutores dentro de seu campo de aplicação. Sua avaliação de severidade não substitui técnicas especializadas de diagnóstico de engrenagens. Não se atribui uma faixa única de 10–1.000 Hz a toda a série.

ISO 20816-9 ↗
02

“Ruído” exige uma decisão de medição.

Microfone mede som aéreo e sofre interferência do ambiente. Envelope de aceleração é a linha de investigação inicial. Emissão acústica estrutural é uma alternativa distinta, com transdutor, acoplamento e cadeia próprios; não é equivalente ao microfone ou ao acelerômetro.

SKF · exemplo AE de 100–500 kHz ↗
03

Magnetômetro é hipótese no TRL2.

Comparar sua utilidade em carcaça ferromagnética e junto ao motor antes de incluir na lista de materiais. Banda, ruído de fundo e acoplamento da aceleração têm prioridade. Não confundir hipótese de aquisição com requisito confirmado.

08 / EVIDÊNCIA DENTRO DOS NOVE TRLS

A camada física
tem entregáveis e aceite.

O programa mantém R$ 3,1 milhões, os três blocos, nove gates e a trilha regulatória separada. A definição física passa a compor a engenharia e suas evidências.

TRL1–TRL2

Dimensionar e decidir.

Dentes, velocidades, modos de falha, banda e antialias; hipótese de ruído resolvida; arquitetura híbrida e dois caminhos de dados. Plano de medição aprovado.

TRL3–TRL4

Medir a viabilidade.

Captura bruta, exportação de campanha, FFT/envelope, memória e tempo de processamento. Corrente medida por fase e comparação com instrumento de referência.

TRL5–TRL7

Calibrar com a operação.

Dados rotulados com carga, velocidade e fixação; falsos alarmes e antecedência. Cadência e payload confrontados com energia e conectividade reais.

TRL8–TRL9

Congelar e reproduzir.

Recursos de hardware, configuração de rádio e energia qualificados. Teste de fim de linha verifica medição, processamento, comunicação e consumo.

FONTES E LIMITES DO DIMENSIONAMENTO

1.740 rpm e disponibilidade elétrica são relatos da reunião fornecida. Número de dentes, harmônicas, banda de envelope, energia e payload são premissas exploratórias. Defeitos podem alterar a fundamental, harmônicas e bandas laterais; três harmônicas são uma janela inicial de estudo, não requisito universal.

MathWorks · frequências de engrenamento e bandas laterais ↗NI · relação entre banda útil, amostragem e antialias ↗TI · exemplo de aquisição e FFT embarcada de baixo consumo ↗Analog Devices · aquisição e processamento de vibração ↗

As referências demonstram princípios e alternativas; não são a seleção de componentes nem comprovam a autonomia deste produto. O modelo de energia está integralmente exposto no anexo.

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